Listas, Pauta

Não entrou na pauta, mas entrou no nosso coração #2

Pois é, pessoal: a gente tenta, mas nunca dá tempo de falar de tudo que o maravilhoso mundo da música coreana nos traz todos os anos. Por isso mesmo que criamos essa nova série especial, apropriadamente batizada de “não entrou na pauta, mas entrou no nosso coração!“.

Se você é daqueles que vive reclamando que seus fave não entrou na pauta do KPT, talvez agora seja o seu momento – e fica o aviso: esse é o segundo de três posts dessa série (veja o primeiro aqui), então pode aguardar mais Hot Takes™ vindo por aí.

Da esquerda pra direita, de cima pra baixo: LUNARSOLAR, JO1, bugAboo, Do Hanse, PinkFantasy, Moon Jongup

Lançamentos de natal

LUNARSOLAR – Christmas is You

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100% no clima natalino, as meninas do LUNARSOLAR (um grupo que a gente não cansa de chorar sobre, porque elas são MARAVILHOSAS e merecem todo reconhecimento do mundo) mandaram uma faixa que deixaria Mariah cheia de orgulho em “Christmas is You”. Com um vídeo adorável do jeito que elas fazem melhor (afinal, não é o LUSOL se elas não estão curtindo a companhia uma da outra), dá a maior vontade de sentar na sala e cantar com elas desse jeito brega de feriado em família mesmo.

De vez em quando é bom, né?

Billlie – snowy night

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Antes de mais nada, vocês precisam saber duas coisas sobre mim. A primeira é que eu Gostava de Verdade™ de um grupo feminino e esse grupo era o IZ*ONE. Os outros eu só conhecia e ficava por aí, então desde que o IZ*ONE terminou faltava um grupo de minas pra eu me apaixonar. A segunda é que eu não vou em músicas temáticas nunca, especialmente de Natal, porque elas costumam ser baladas.

Para a minha sorte, depois de passar mais da metade do ano, dois grupos femininos debutaram pra tomar meu mundo em tempestade e um deles é o Billlie, que não apenas é maravilhoso como também lançou “snowy night” que, okay, é uma faixa de Natal, mas é também uma power ballad adorável com MV engraçadinho, coreografia fofa e um ótimo jeito de introduzir pra valer a 7ª membro do grupo, Sheon, além de dar uma dica do que viria aí na linha conceitual do grupo. Com vocais limpos e performance impecável, as meninas estão mais lindas que nunca e foi o ponto de paixão consolidada pra mim.

Purple Kiss – My My

Caio

Eu sou talvez a única pessoa que realmente gosta de música de Natal nessa equipe, então assim… Levem minha opinião em consideração, ok? E minha opinião é que o Purple Kiss lançou, com folga, a melhor música de Natal de 2021.

Eu amo tudo em “My My” – amo que ela começa já com o refrão redondinho pra certificar (como se precisasse) que vai grudar na sua cabeça; amo que ela deixa a Goeun usar o agudo dela ao invés de deixá-la presa no (belíssimo, é compreensível) registro mais grave; amo que ela chuta o balde no finalzinho e mete um “ram-pam-pam-pam” no gancho (tem algo mais natalino que um “ram-pam-pam-pam”?); amo que, mesmo não sendo muito a vibe, ela abre espaço várias vezes pra melhor rapper feminina da 4ª geração (sim, a Yuki) lançar uns versos; amo que a Swan erra a coreografia no finalzinho e eles deixam esse take mesmo na versão final do MV porque minha filha é adorável e perfeita.

Sério, não dá… Quando que vai ser dezembro de novo?

Do Hanse – Take Over

Caio

Ouvir aquele boato que “Take Over” não era pra ter sido a title do Blaze só me fez gostar ainda mais das ousadias que ela traz. Eu consigo visualizar na minha cabeça o safado do Hanse sentado no estúdio pensando: “Ah, é, a gravadora quer que eu lance essa de single? Bom, então vai ser o MV mais gay da história. Drag queens, referências a Alice no País das Maravilhas, o cabelão bafo do Hanse, toda a estética “festa de 15 anos mas a aniversariante é uma futura serial killer” dos cenários… Chef’s kiss para absolutamente tudo isso.

A música em si é para mostrar que todo subgênero é bom quando feito por gente talentosa – até o dubstep! Engole essa, Skrillex! Esfregando na nossa cara que, além de lindo, ele é também um dos rappers mais impecáveis em atividade no k-pop, o Hanse eleva a produção básica da faixa e faz ela brilhar em puro dinamismo (also, olha essa ponte que linda!).

Cambs

A galera não quer um príncipe em um cavalo branco, as pessoas querem Do Hanse sendo uma grande gostosa cabeluda em um cavalo branco. E foi exatamente isso, e mais, que a gente teve com o tão aguardado debut solo do Hanse. Quem acompanha mais de perto o Hanse e o Victon sabe que o caminho até aqui foi meio Meu Deus (sim, IST Ent. eu tô olhando pra você), mas parece que as coisas se acertaram e o Blaze veio para nós e simplesmente… que delícia. O sabor do tempero tão carinha do Hanse, até em estilos que a gente não esperava que ele fosse fazer, funcionou tão bem que ficou só o gostinho de quero mais.

“Take Over” é a música título e ela é feita pra você despertar sua modelo interior e transformar a sala de casa em passarela. O instrumental da música em si é bem básico, apostando nas batidas já conhecidas de EDM usado em vogue, mas o destaque obviamente é pro rap porque… O que é o flow do Hanse, minha gente? Ícone demais. A música tem pouco mais que três minutos, mas os raps são tão rápidos que faz parecer que ela tem no máximo dois! Além disso, temos um refrão semi vazio e chicletento que fica pra sempre na sua cabeça. O único defeito aqui, talvez, é a falta de vogue na coreografia. Mas é só isso.

O MV é uma obra de arte visual, simples e efetiva. Tem classe, tem luz piscante de passarela, tem o Hanse sendo lindo, tem um cavalo e tem drag queens. Não tinha como dar errado. E quem colocou os apliques de cabelo no Hanse merece um beijo e um aumento (sim, eu não sei superar o cabelão do Hanse ok).

E eu sei que esse já é o meu quarto parágrafo aqui, mas eu obviamente não poderia sair sem mandar salve pra “Public Enemy”, que é a minha música favorita do Blaze e que ganhou videozinho especial (e que, segundo boatos, era pra ter sido a título shhh). A percursora real do conceito Avril Lavigne no k-pop, “Public Enemy” é tão pontinho de exclamação! E pra cima! Upbeat! Que mal parece que a letra na verdade não é tão iluminada assim. Mas ela é relacionável, o que dá aquele extra quando você escuta a música. Do Hanse é um artista, e o Blaze foi só uma palinha do que ele pode fazer, então como fã estou no aguardo do momento que ele estiver pronto para mandar mais pra gente.

Cambs

O máximo de contato que tive com o B1A4 ao longo dos anos foi com o Gongchan, já que ele é o bestie do Hongbin (VIXX). Fora isso, era uma música aqui e ali, eu sabia que eles mandavam bem, mas nada me fisgou o bastante para me fazer acompanhar o grupo. O que obviamente foi um erro, porque eles são muito bons. Desde “Like a Movie”, que é com a nova formação do grupo que desde sempre merecia mais, os meninos do B1A4 vem me puxando pela orelha, e foi tão puxado que eu virei a maior defensora dessa balada chamada “Adore You”.

Pense em uma música que é um abraço quentinho e sentimental, mas que você nem precisa de todo aquele aesthetic de dia chuvoso e cabeça contra a janela. É basicamente isso que “Adore You” é, porque ela é um abraço quentinho. O que faz sentido, considerando que essa música tá servindo de até logo do grupo, já que eles vão ter que ir cumprir o alistamento militar obrigatório, porque nós não podemos ter paz com esse negócio. Também acho que pra quem acompanha o grupo há mais tempo e passou de perto os altos e baixos, tanto a música quanto o MV tem mais significado da jornada deles.

Os vocais carregam a música que começa simples e aos poucos vai adicionando mais linhas instrumentais, mas a junção dos vocais com os momentos de quase acústico com o piano são tão bons e “Adore You” é tão tão tão tão mas tão gostosinha de ouvir que !! só escutem. Uma das melhores baladas já feitas, um beijo pro B1A4 (e até daqui dois anos com grupo completo!).

Moon Jongup – US

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Sabe arte? Nós falamos sobre o Jongup na 1ª temporada, sobre um lançamento que inclusive entrou no mini álbum de “US”, e comentamos sobre como a faixa era sem defeitos então só pra adiantar quero dizer que assim: ele continua lançando música sem defeito. Dançante, com um refrão bem marcado que faz você cantar junto e rebolar pela casa enquanto ouve, tanto sonora quanto visualmente ele marca todos os quadradinhos necessários para entregar uma faixa que te faz ficar “UGH!!! DELÍCIA!!!” Amo.

Cambs

Que o Jongup é ótimo a gente já sabia, mas é sempre bom ser lembrada disso quando (finalmente) temos lançamentos novos dele. “Us” é tãaaao gostosinha de ouvir, toda trabalhada na simplicidade porque o conceito menos é mais bem executado funciona demais. Também tem vários efeitos de abafado, como se alguns instrumentos e o próprio vocal do Jongup estivessem em outro cômodo, além de ter uma sacada esperta de uso daquela famigerada guitarrinha disco que entra mais pro final da música, mas que é um adicional ótimo. E o refrão é chiclete, então pode se preparar pra ficar cantarolando por ai. 

Ela também é sensual do jeitinho certo para você conquistar o crush, e além de lembrar todo mundo que é lindo, o Jongup também tá te lembrando que era o main dancer do B.A.P por um motivo, porque olha… que coreografia fluída e boa de ver.

Cambs

E já que falamos do main dancer, hora de mandar biscoito pro líder do B.A.P, Bang Yongguk porque… Assim… Rapaz… Ele voltou do alistamento pronto pra chutar alguém, e a gente tá aqui pra isso. “Ride” saiu em novembro e meio que serviu de pré-release para o álbum 2, que saiu esse mês. Na maior mistura de hip hop e rock, “Ride” é tão boa de ouvir que a única coisa possível de se fazer é voltar nela e ouvir de novo. 

O vozeirão inconfundível do Yongguk volta a alternar entre rap e momentos de vocal, junto de distorções de auto tune que são bem aplicadas e agregam na música. Além disso, ele tá uma grande gostosa no MV, então é isso. Bem vindo de volta, Yongguk, e obrigada pelo bop.

JO1 se mantendo ocupado

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Muito fãs da instituição “lançar música assim que o KPT grava/publica episódio”, desde que o mini 21 saiu, a gente teve uma PANCADA de coisa boa vinda do JO1, primeiro grupo formado pelo Produce 101 Japan. Ainda não rolou o tal debut coreano, como a gente suspeitou que aconteceria, mas eles se mantiveram ocupados a começar pelo lançamento do EP STRANGER em agosto cuja title “Real” ajudou a consolidar uma sofisticação de som que já vinha acontecendo nos últimos dois comebacks (embora eles ainda brinquem bastante com os lados B!).

Entre trilhas sonoras de anime, b-sides, programas de variedade, filmes e pré-releases chegamos ao lançamento de dezembro, que foi o EP WANDERING, já sem a participação de Sukai nas promoções, afastado por motivos de saúde (de maneira semelhante ao que aconteceu com Mingi do ATEEZ durante a era FEVER) e uma clara crescente do grupo em química e presença de palco, algo que a gente já tinha comentado no minisódio mas que agora os próprios membros se sentem confortáveis de falar em entrevista.

A verdade é que de novo e de novo o JO1 nos entrega música de qualidade de maneira sólida e não foi diferente no segundo semestre de 2021. Seus lados B são tão fortes quanto as músicas título (meus destaques são “Freedom” e “We Alright” nos dois últimos álbuns), tanto que costumam ser promovidas tanto quanto e tem sido uma delícia ver a evolução dos meninos de 2019 pra cá.

Cambs

Não, o JO1 não lançou “Safety Zone” de novo. Mas tá tudo bem, porque mesmo não sendo “Safety Zone”, as músicas seguem tão boas quanto. Os meninos seguem uma linha bem firme de lançamentos, que é difícil não gostar. “The Real” e “Our Season” apostam num pop EDM que tem uma energia mais dreamy.

“The Real” é ótima pra dançar no meio da sala sem perder a classe, e te deixa com um pezinho nas nuvens, como se fosse leve. Não me peça para explicar, mas faz sentido na minha cabeça. E óbvio que a coreografia é ótima de se ver, assim como o MV que é todo bonito.

Mas o meu biscoito vai principalmente para “Our Season”, ou “Bokura no Kisetsu”, porque ela foi a minha favorita (o que foi uma surpresa porque ela é mais lenta que “The Real”, mas enfim). Aqui o que eu falei de ser dreamy é mais forte, e ela também tem aquela energia de música de anime, mas o que mais me pega aqui são os sinos ao fundo do instrumental e as harmonias porque são tão gostosinhas de ouvir. “Our Season” também tem uma carinha de música meio anos 90, mas moderno igual década 2010, se fosse coreano eu diria que é música da 2nd gen. E é uma delícia, de MV meio mágico e coreografia também ótima, porque esse é o jeitinho do JO1.

Cambs

O Pink Fantasy trabalha de jeitos estranhos (quero dizer, a empresa delas trabalha de um jeito estranho, mas enfim) então depois de terem mandado a maior música da carreira delas com “Poison”, sabe o que elas fizeram? Mandaram a maior da carreira de novo. “Tales of the Unusual” é simplesmente TÃO boa que é impossível de ouvir uma vez só.

As gatas ainda mandaram uma versão especial de Halloween com zumbis, porque vida longa ao terror, e depois postaram uma versão normal pra quem não queria ver os zumbis. Cinema poético, porque os dois vídeos são de performance e a coreografia é tão boa e fluída e pede uma atuação que as meninas entregam muito bem. Ela é encantadoramente assustadora, com direito a toque de caixinha de música e uma história narrada sobre não adiantar se esconder. Eles também souberam utilizar muito bem o tom mais agudo e anasalado da Harin, que foi aquela pontinha extra de creepy para a história.

E é por isso que conceitos de terror são ótimos, obrigada pelos mimos Pink Fantasy.

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A gente tinha ACABADO DE PUBLICAR o episódio sobre PinkFantasy quando as meninas resolveram dropar assim, como quem não quer nada, o vídeo de Halloween de “Tales of the Unusual” (que a gente só foi descobrir o título em inglês muito depois, inclusive) e embora eu definitivamente não seja o tipo de pessoa que vai no conceito sombrio – até mesmo gory – de boa vontade, há algo tão visceral em “기기괴괴” que a única alternativa que resta é voltar para ela de novo e de novo. Desde que foi lançada, ela não saiu do meu repeat e eu já indiquei essa faixa pra tanta gente que até perdi a conta. Inclusive, ela entrou no meu post de k-pop pra quem gosta de Rihanna, se você perdeu, então tem mais pensamentos meus sobre ela lá.

PS.: Elas também soltaram uma música de natal chamada “Merry Fantasy” que olha… depois de tudo que elas lançaram esse ano é quase inacreditável.

Ghost9 – Control

Cambs

O Ghost9 é sempre um roda a roleta aqui na equipe desde o debut com “Think of Dawn”, que vive pra sempre em nossos corações. O grupo passou por algumas músicas questionáveis e problemas com dois dos meninos saindo, o que é uma pena porque a gente sabe que eles são muito bons. Mas alguém por sorte lembrou que esse conceito mais dark na verdade combina com eles (e é o que os produtores fazem melhor, eu acho, shhh) e é assim que temos “Control”.

Mandando um your conducting maestrooooooo viciante no refrão, “Control” é um retorno de música boa que não deixa espaço pra você dizer o contrário. Ela trabalha no grave, dando um contraste delicioso para os vocais e raps dos meninos, o refrão é chiclete e a cada parte da música tem algo novo – porém, não novo – acontecendo. Sabe, eles simplesmente mandaram alguns segundos de reggae antes da ponte sem transformar a música em uma colcha de retalhos. O nível, sabe? Incrível. 

Sabe o que mais é incrível? O fato que os meninos utilizaram um sample de “Erlkönig” de Schubert, uma peça clássica. Aqui, além de utilizar os violinos e teclas de piano da peça, também teve momentos em que o instrumental foi sintetizado, e talvez tenha até um instrumento elétrico ali no meio, mas isso eu não sei apontar. O mais curioso também, é que eles expandiram esse conceito de “Erlkönig” então você tem várias referências a melodia e música clássica pela letra (sabe o maestro do refrão? pois é).

Eu sei que sou a Pepe Silva da equipe, mas eu meio que me perdi na teoria deles, então eu não sei o que tá acontecendo e se “Control” faz parte de todo aquele universo que vimos no debut dos meninos, mas o que eu posso dizer pra vocês é que “Erlkönig” foi utilizado aqui também. Para entender a história de Erlkönig, vou deixar esse vídeo aqui pra vocês com a eterna gigante Jessye Norman performando a música. Apenas assistam, e depois voltem pra “Control”, porque “Control” também é ótima.

Caio

Simplesmente a música de debut mais bem produzida de 2021. O jeito como o pessoal da A Team usou ruídos aqui (não é só o chicote do começo e do final, mas também palmas, chocalhos, sons de caixa registradora, assobios) é simplesmente genial e faz muito para aumentar o fator empolgação da música, mas é um trabalho que também vem em cima de uma construção sólida de jazz, big band e ritmos latinos, passando por uma sessão de sopro muito rica, uma guitarrada que é a cara do Norte do Brasil, e um baixo incansável nos versos. Eu passaria (e passei!) horas ouvindo esse instrumental, ele sempre tem algo novo para revelar.

Isso sem nem contar o quanto as meninas fazem o máximo do orçamento no estilo “uma coxinha e um sonho” do MV; em como a coreografia é um equilíbrio perfeito entre momentos TikTok-eáveis e acrobacias mais ousadas que só grupos jovens conseguem fazer; e no tanto de carisma que a menina Choyeon esbanja. Estou doido para ver para onde o bugAboo vai a partir daqui,

Cambs

O que dizer desse debut levemente spooky cujo MV já começa com efeito sonoro que me fez cantar “Lotto” do EXO, o que já considero pacas? É ótimo porque a coisa mais assustadora aqui realmente seja só aquela franja da rapper, coitada, mas pra falar do que importa que é a música: que música boa, né. É pop, é jazz, é galera de cowboy, é disco e é tudo. A mistura feita no liquidificador funcionou bem demais pra elas e elas também se arriscaram a usar o nome do grupo na música, e acertaram super porque é impossível não ficar bugaboo bugaboo bugaboo bugaboo bugaboo hey na na na na na depois que você ouviu a música uma vez. Ícones, eu acho. É bem dançante, é divertida, é chiclete e manda um salve para Caça-Fantasmas. Um debut delícia.

ONEWE – Star

Cambs

Onewe tem uma série de músicas sobre o universo, porque o universo é deles. É isso. Meu texto acabou aqui, obrigada por terem vindo ao meu TED Talk.

Ok, mas falando mais sério agora, o universo é do ONEWE mesmo já não dá para negar porque o conceito é sempre tão bem feitinho e executado que [gritos]. “Star” foi um single que saiu no fim do ano passado e ela é simplesmente perfeita. Perfeita. Sem defeitos. Ela limpa sua pele, te hidrata, te alimenta e te põe pra dormir. Tudo isso com uma vibezinha de música que podia tá em anime, sabe? Quem faz igual eles? Ninguém.

“Star” é dreamy, como se você estivesse flutuando no universo (o que se repete no lançamento deles desse ano, que com sorte a gente fala deles em algum momento) e uma leve experiência. O instrumental é bem gostosinho de ouvir, e os vocais do Dongmyeong e do Yonghoon são sempre um extra ótimo que eleva o instrumental. Inclusive, o que é o vocal do Yonghoon, né, minha gente? A nota alta extendida, o jeito que ele sobe e desce o tom… ai, sem condições. Como sempre, obrigada por tudo ONEWE. 

Ah, e um salve extra pro Kanghyun porque ele tava lindo, ok. Aquelas roupas pretas deles, obrigada aí pro estilista. Beijos.

Cambs

“Let Me Drown” é aquele tipo de música pra você ouvir e só sentir a vibe, e a vibe é boa. Ela também tem um ar de música meio anos 80 meio anos 90 e talvez até daquele começo de anos 2000 nas boy bands. 

Essa batida meio retrô combina demais com o vocal suave dele, junto de um refrão em inglês repetitivo que faz seu serviço de grudar na cabeça, então obviamente o comeback dele funciona muito bem. E a coreografia sabe!! O MV é meio que todo de performance, tirando alguns momentos que é pra dar o ar de Drama que a música pede, então é fácil de acompanhar a dança que também flui super bem com a música. E ele é tão bonito, ok, um visual de milhões. Vão ouvir a musiquinha do Hyunjun porque ele merece muito mais do que tá recebendo, valeu.

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